O insumo energia elétrica se tornou há alguns anos o principal custo variável do Setor de Saneamento. Saber gerenciar o consumo e a demanda de energia é condição sine qua non para manter importante custo sob controle. Não existe saída, se se busca controle ostensivo: 

  1. Medir os consumos e demandas, através de registros manuais ou, de preferência, automáticos; 
  2. Estabelecer estatísticas dos consumos e demandas de energia elétrica para, a partir delas, se definirem metas, caracterizando-se o PROBLEMA, que significa resultado a ser alcançado;
  3. Educar e treinar operadores, para que cumpram os padrões de operação e de controle, com foco na minimização de riscos e de custos; 
  4. Exercer análise crítica sistemática, visando o exercício da prática da análise causa x efeito; 
  5. Agir na correção ou prevenção, a partir da síntese da análise empreendida. É o ciclo do PDCA, importante método de controle, aplicado ao gerenciamento da energia elétrica.

No mercado nacional e internacional, existem soluções de TI e de automação bastante inovadoras, já que para cada motor é previsto e instalado um sensor que, on line, envia sinais ao centro de controle operacional, alimentando um Sistema de Informações, que acoplado aos sistemas SCADA ou web, permitem a tomada de decisões, a partir do momento que alguma anomalia é constatada.

Seja parceiro do Sistema Water Database e difunda seu sistema de gerenciamento de energia elétrica, que venha a possibilitar aos operadores de saneamento as tão necessárias economias, visando a não transferência de custos evitáveis ao sistema tarifário e, por conseguinte, à população consumidora. A título de notícias, no México, na cidade de Guadalajara, a empresa ENERI tem praticado contratos de performance, bastante interessantes, observados critérios rígidos de viabilidade econômico-financeira.

Outro importante meio de reduzir consumos e demandas de energia elétrica, é associando estas ações com as de combate às perdas, principalmente as perdas reais.